Digitalizando a arrecadação de gigantes de serviços essenciais (Energia, Água, Gás e Telecom) com uma solução omnicanal que une mobilidade, autoatendimento e automação.



No contexto corporativo, Utilities são empresas de serviços essenciais como eletricidade, saneamento, gás e telecomunicações. O desafio central era modernizar a arrecadação dessas companhias que sofriam com processos legados, falta de integração digital e altíssima inadimplência.


Ponto de partida
O tour pela jornada atual revelou que a perda do momento de contato presencial era o principal gerador de inadimplência o agente chegava, mas não conseguia finalizar a cobrança.
Cada etapa do processo produziu um artefato concreto que alimentou a seguinte. O userflow definiu o escopo, o benchmark calibrou os targets, e os testes com usuários reais geraram os insights que viraram as personas e o backlog de prioridades.
Antes de qualquer tela, mapeamos todos os fluxos possíveis nos três canais. O objetivo era entender onde os contextos de uso divergiam, e onde o mesmo comportamento exigia soluções completamente diferentes.

Com o mapa de jornadas definido, analisamos o que existia no mercado, tanto concorrentes diretos quanto referências de fintechs, para entender por que os sistemas de utilities falhavam e qual bar de qualidade queríamos atingir.


Testamos protótipos com usuários reais dos três perfis: operadores de campo, consumidores digitais e conservadores. As sessões de entrevista geraram os dados qualitativos que transformamos em personas, cada uma com dores e objetivos verificados, não assumidos.


O Smart Checkout foi desenhado para dois perfis radicalmente diferentes: o operador de campo que precisa fechar uma negociação no momento da visita, e o consumidor final com graus distintos de familiaridade digital. Cada canal foi calibrado para quem o usa.
Cada canal e funcionalidade do Smart Checkout tem origem direta em uma necessidade mapeada. O que não tinha persona associada foi explicitamente colocado no roadmap.




A Bemobi tornou-se parceira estratégica das maiores fornecedoras do país. O ecossistema escalou de R$650k para R$55M de TPV em apenas 5 meses, processando 412 mil transações em 17 estados.